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Tiro no pé!!!! Presidente que NÃO nos Representa!


O infeliz posicionamento do presidente Michel Temer na tarde do dia 26/10 contra o armamento da fiscalização demonstra claramente seu total desconhecimento sobre o tema e sua falta de assessoria do Ministério da Justiça que embasou sua atitude, entendendo que os Agentes de Trânsito não fazem parte da Segurança Pública. Não podemos conceber que um presidente tenha realizado uma assinatura sem ouvir as lideranças das Categorias envolvidas ou os técnicos da área de Segurança Pública que hoje consideram de forma praticamente unânime que há integração das Guardas Municipais, Policias Militares, e Agentes de Trânsito. Será que este Presidente em exercício desconhece que a maioria das capitais do País realiza ações conjuntas entre Fiscalização de Trânsito e os Orgãos de Segurança Pública. Nessas ações nos deparamos com situações como crimes de trânsito,  veículos roubados, condutores considerados condenados pela justiça, além das conduções à área judiciária nos casos previstos nos crimes de trânsito. Será que o DENATRAN nunca informou ao presidente  que os números de mortes e crimes de trânsito no Brasil são crescentes e vergonhosos e sobrecarregam todo o sistema público de Saúde, fazendo com que não tenham mais leitos em hospitais de emergência? E para completar sabemos dos riscos que corremos diariamente, não é por acaso que recebemos um adicional de "RISCO DE VIDA," nossa profissão sempre foi e sempre será de Segurança Pública pois Preservamos Vidas!

confira a matéria: texto abaixo extraído do endereço eletrônico: /www.poder360.com.br

O presidente Michel Temer vetou integralmente na tarde desta 5ª feira (26.out.2017) o projeto de lei que garantia porte de arma aos agentes de trânsito. O texto foi aprovado com forte pressão dos agentes penitenciários no Senado, no final de setembro.

Temer vetou “por contrariedade ao interesse público”. A justificativa para o veto foi a de que houve uma recomendação do Ministério da Justiça para que não fosse liberado o porte de arma para a categoria por não exercerem atividade de segurança pública.

“No caso de risco específico, há possiblidade de se requisitar a força policial para auxílio em seu trabalho”, manifestou-se o Ministério.

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